O cultivo da maconha, no Brasil, para qualquer finalidade é expressamente proibido. Infelizmente, um crescente grupo no Judiciário, produto de décadas de doutrinação marxista nas universidades brasileiras, vem trabalhando para passar por cima dessa e de outras partes ‘inconvenientes’ de nossa legislação. Esse é o mesmo grupo que infiltrado no STF proibiu a doação de campanha e e legalizou o casamento gay, ambas decisões completamente fora do escopo do judiciário, cuja função é fazer cumprir a legislação não criar-lá. Para ser claro; esse grupo acredita estar acima da lei, vêm a si mesmo como uma nova aristocracia jurídica que não precisa responder ao povo ou a seus representantes. Para aqueles que não foram capazes de perceber, ou acham conveniente a ignorância, juízes, desembargadores, ministros do STF e todos os outros integrantes do judiciaria não alcançaram seus cargos por meio do voto e portanto não possuem nenhuma legitimidade para determinar a legislação que afetará milhões de brasileiros.

Foi através da influencia desse grupo, que três famílias receberam autorização judicial para cultivar maconha com fins ‘medicinais’, que se danem as leis, os éforos do judiciário brasileiro se pronunciaram e a plebe não tem direito a voz. E não se engane com o adendo ‘para fins medicinais’ acionado para suavizar o golpe, toda iniciativa para liberalizar a maconha tem fim de atuar como ato político, um peão no realização do marxismo cultural. Maconha não cura o câncer, nem Aids, e assim como o Red Bull não da assas para ninguém. Não existe necessidade medicinal que justifique a liberalização da maconha, um ato irresponsável que compromete ainda mais a capacidade de nossas frágeis forças de segurança de combater a droga. Quando o ideal esquerdista for realizado, e tivermos incontáveis campos de cultivo de ‘maconha medicinal’ espalhados pelo Brasil como a policia fara para diferenciar o produto legal do ilegal? Não diferenciarão, e esse é exatamente o objetivo, a destruição sistemática de nossas instituições.

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