O presidente da Funasa (Fundação Nacional de Saúde), Antônio Henrique de Carvalho Pires, indicado por Temer acaba de ser demitido pela ‘presidenta’. Essa notícia joga um barril de pólvora na fornalha política. Temer, aspirante a poderoso Chefão, já vem, a algum tempo, quase abertamente, conspirando contra a governanta e os petistas. Alguns das bombas utilizadas nessa guerra de trincheiras foram: a carta ‘vazada’ com convenientes críticas ao governo, o cabo de guerra no PMDB quando Temer tentou tirar da liderança do partido Leonardo Picciani, o menino dos olhos dourados da ‘presidenta’, e mais recentemente o episódio da proibição de tomar posse em cargos no executivo imposta aos peemedebistas. Proibição que foi descumprida por Mauro Lopes, que tomou posse na Secretaria da Aviação Civil, no mesmo circo em que foi empossado o ex-presidente Lula na Casa Civil. Temer não ficou nada feliz com a afronta a sua autoridade e entra com processo para expulsar Lopes.

No dia 29 desse mês, ocorrera a convenção do PMDB, capangas do Chefão Lula, como Renan Calheiros até tentaram adiar o embate, mas foi em vão, Temer tomou as rédeas e manteve o encontro nesse dia 29.  É nesse dia que ao que tudo indica os capangas dos Chefões vão sair das trincheiras. Muitos analistas já veem a saída do PMDB do governo como inevitável. Porém nunca devemos subestimar a ganância peemedebista, o partido possui uma infinidade de ministérios e cargos, e por enquanto, Renan Calheiros, no time do Chefão Lula, logo saberemos se é o suficiente. Se o PMDB sair do governo é GAME OVER, para o PT, não tem o que segure o impeachment se o maior e mais sem escrúpulos partido do país ir para oposição. Mas independentemente do resultado no dia 29, o Brasil não pode esquecer que foi Temer e companhia que permitiram a manutenção do regime lulopetista por 13 anos. 

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