A mídia nacional e internacional, em seu desespero, já não sabe mais o que fazer. Primeiro trataram o crescimento vertiginoso da direita global com tom apocalíptico, “o retorno do nazismo” gritaram até que seus pulmões ficassem sem ar, “logo estaremos todos em campos de concentração!”. Quando essa patética tática falhou miseravelmente passaram a ‘argumentar’ que a direita nacionalista não tinha chance de vitória, “não se preocupe, Trump e os outros são só palhaços, eles jamais ganharão…”.  A vitória do Brexit, a vitória de Trump e as iminentes vitórias de Le Pen na França, Geert Wilders na Holanda e de outros proeminentes nacionalistas na Europa não foram o suficientes para fazer a mídia caduca mudar de disco, no máximo, eventualmente viram o apetrecho e voltam para o tom apocalítico… quem sabe dessa vez não dá certo?

Independente dos ataques de esquizofrenia da mídia uma coisa é certa, a eventual, completa e absoluta vitória da direita no ocidente é inevitável, não que a míope imprensa, incapaz de competentemente prever o tempo meras hora a sua frente, seja capaz de o perceber.  A ironia é que os milhões de refugiados que a esquerda tão entusiasmadamente exigiu a importação são justamente as sementes dessa imparável ascensão. Que os milhões de muçulmanos trazidos para o ocidente possuem uma cultura incompatível com a nossa, até os mais lesados são capazes de observar. Porém, é justamente nas presunções falaciosas da esquerda que estão a garantia vitória da direita. A ideia predominante é que apesar dos problemas óbvios do imigrantes como o baixo nível educacional, a cultura e etc, esses rapidamente desapareceriam assim que a nova geração, os descendentes de imigrantes, fossem expostos a uma criação dentro do ‘exemplar’ sistema educacional do ocidente. Dane-se o fato de a evidências, a muito já estarem disponíveis para aqueles com estômago para digeri-las.  Os estudos mostram de forma inequívoca que a taxa de radicalização entre a segunda e terceira geração de imigrantes é vastamente pior, assim como índices de crime. Essa redução para as origens é uma observação que a muito foi feita por cientistas, e ocorre devido a muitas vezes os imigrantes serem, apesar de suas já acentuadas limitações comparados aos nativos europeus, os melhores exemplares que seus países de origem tem a oferecer. Os filhos dessa primeira geração porem tendem a retornar para o padrão encontrado em países de origem, e quando esses países vão do Afeganistão a Somália as perspectivas não são nada boas.

A outra peça do quebra cabeça que garante o ressurgimento da direita é a taxa de natalidade. A taxa de natalidade dos milhões de imigrantes é várias vezes maior do que aquela encontrada na população nativa européia, o que significa que em questão de décadas, mesmo que a onda de imigração seja parada, a medida que os descendentes desse imigrantes passam a formar uma porcentagem cada vez maior da população européia os problemas continuaram a se multiplicar. A falência do estado de bem estar social será uma das primeiras baixas em uma serie alterações da realidade ocidental. E com essa mudanças é inevitável a busca dos nativos por resposta que apenas a direita é capaz de prover. Vamos torcer para que os moderados, como Trump, Le Pen e etc, apesar dos constantes e perversos ataques da mídia sejam capazes de fazer as reformas necessárias para salvar o ocidente do dilúvio populacional causado pela esquerda. Caso contrário, dentro de uma geração a mídia irá conhecer a verdadeira direita radical.

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