Não bastasse ser réu em cinco processos aos cuidados do juiz Sérgio Moro, e investigado em seis inquéritos autorizados pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, Lula está ameaçado de ser alvo de novas denúncias a serem feitas pelo ex-ministro Antonio Palocci, e o ex-diretor da Petrobras Renato Duque, ambos presos em Curitiba.

Se eles contarem a Moro o que prometeram, as portas do inferno se abrirão de vez para o ex-presidente. Condenado a quase 60 anos de cadeia, Duque, o homem do PT na Petrobras, será ouvido por Moro no próximo dia 5, data antes reservada para o depoimento de Lula. Ainda não há data marcada para que Moro ouça Palocci.

Segundo o jornal VALOR, diante da possibilidade de fechar um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal, Palocci estaria disposto a dizer que metade da propina paga ao PT pela empresa de sondas Sete Brasil foi destinada a Lula.  Duque diria a mesma coisa. Os dois estariam acertados.

Palocci é apontado em delação de executivos da Odebrecht como o caixa das propinas reservadas pela empreiteira para pagamento de Lula. (Ricardo Noblat)

 

 

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