O amor da esquerda pela doutrinação ideológica e silenciamento de pensamento que a ela se opõe sempre foi proeminente, especialmente dentro das universidades e da mídia, porém nos últimos anos com a crescente insurreição da direita pelo mundo (inacreditável eleição do Donald Trump e o Brexit) a esquerda regressiva vem elevando sua paranoia para o nível máximo. No início de fevereiro desse ano, em um campus de Berkeley na Califórnia, um palestrante foi impedido de falar por manifestantes da esquerda ignóbil, que através de vandalismo e agressões espelharam o caos na universidade americana. O palestrante em questão era Milo Yiannopoulos, um famoso representante da contracultura de direita que vem tomando o mundo de assalto.

Hoje um episódio semelhante ocorreu no Brasil, com um dos nossos mais importantes representantes da direita nacional, o deputado Jair Bolsonaro. Ele havia sido convidado para dar uma palestra em março na sede paulistana do clube Hebraica. Bolsonaro é conhecido por ser um forte defensor do estado de Israel e esteve recentemente em uma viagem de caráter religioso para Jerusalém. A diretoria do Clube decidiu cancelar a palestra usando como desculpa um ridículo abaixo-assinado. Ironicamente, Bolsonaro, que é acusado de radical, é alvo frequente dos maiores radicalismos. Tempos atrás foi alvo de uma cuspida no plenário da Câmara Federal, pelo deputado Jean Wyllys.

Após os eventos de Berkeley, Milo foi alvo de uma campanha de difamação por parte da mídia americana, que descaradamente tomou passos para destruir sua imagem alegando que o ativista da direita apoia pedofilia. A alegação é repulsiva por sua sordidez e descaso com a realidade. E chama atenção para outro aspecto do esquema de censura da esquerda: o apoio incondicional da mídia. Essas inciativas tentando barrar discursos completamente dentro da normalidade e que tem apoio de milhões e milhões de indivíduos são um escárnio para com qualquer aspirações de liberdade de expressão, se em uma ‘democracia’ não podemos proferir opiniões defendidas por milhões, como fazem Milo e Bolsonaro, que liberdade de expressão ainda nos resta? Essa Górgona que ameaça engolir os mais valiosos princípios ocidentais jamais teria atingido tal tamanho se não fosse com a conivência, quando não aberto apoio da mídia. Concordando ou discordando das opiniões de homens como Milo e Bolsonaro não cabe a mídia destruí-los, destruam suas ideias, se assim forem capazes, dentro do livre mercado de ideias o melhor prevalecerá e é isso que a escória teme.

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