Dados de um serviço de disparo de mensagens em massa via WhatsApp a que a reportagem do UOL (Folha de S. Paulo) teve acesso trazem novos indícios sobre o esquema denunciado como grande escândalo pela Folha de S. Paulo na semana passada. 

A reportagem do UOL apurou que as campanhas dos presidenciáveis Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) fizeram uso da mesma plataforma digital. As duas campanhas negam ter cometido irregularidades. 

As campanhas dos dois candidatos que disputam neste domingo o segundo turno da eleição presidencial trabalharam com a agência de publicidade digital Yacows, que oferece um serviço de disparos de mensagens em massa pelo WhatsApp.

A Yacows é uma das agências apontadas por uma reportagem da Folha como participante de um esquema financiado por empresários que apoiam Bolsonaro para divulgar conteúdo anti-PT.

A prática revelada na reportagem viola a lei por configurar doação não declarada à campanha. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e a PGR (Procuradoria-Geral da República) abriram investigação sobre o caso.

Uma das agências que presta serviços à campanha de Fernando Haddad também confirma que usou o sistema da Yacows de disparos de mensagens pelo WhatsApp, mas afirma que usou somente “contatos do próprio PT”.

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