Com a credibilidade em xeque, mídia tradicional tem perdas gigantescas de leitores

A eleição de Jair Bolsonaro, sem apoio de nenhum veículo de comunicação e contando com a má vontade expressa de praticamente todos, foi um sinal do colapso da mídia tradicional frente aos novos meios de comunicação que surgiram com a internet.

Os números, no entanto, são surpreendentes. A revista Veja, a maior do Brasil, é um exemplo catastrófico. A Editora Abril, que é dona da publicação, foi vendida a preço simbólico e a revista registrou perdas monumentais de leitores.

De janeiro a novembro de 2018, a Veja perdeu 401.048 exemplares (impressos e digitais), diz o Poder 360, a partir dos dados do IVC (Instituto Verificador de Comunicação).

O único grande jornal que terminou o ano no azul, quando se comparam as tiragens totais, foi O Globo. O resto perdeu. Atrelados a uma agenda esquerdista, engajados no politicamente correto, bandeiras que o brasileiro rejeitou nas urnas, os grandes veículos se distanciaram de seu leitores. E a conta chegou.

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