A decisão da Justiça (TRF-3) de proibir as entrevistas programadas com Adélio Bispo de Oliveira, esfaqueador de Bolsonaro, estreitaram as alternativas da esquerda para tentar derrubar a candidatura de Jair Bolsonaro. Na verdade, só restou uma: a da calúnia plantada nos principais veículos de comunicação do país. Uma tentativa desesperada de impedir a vitória do capitão e de entregar o país, de novo, a organização criminosa do PT.

Um dos veículos inicialmente autorizados a entrevistar Adélio era a revista Veja. Por uma dessas incríveis coincidências que vem marcando esse final dramático de campanha, a mesma que apresentou um rosário de calúnias, mentiras, falsificações e distorções nesta sexta-feira, para tentar destruir a candidatura de Bolsonaro. Cabe ao eleitor separar o joio do trigo, lembrar quem vem destruindo o Brasil nos últimos 16 anos e votar consciente. Só para lembrar, a Petrobras acaba de firmar um acordo nos Estados Unidos em que se compromete a pagar R$ 3,4 bilhões pelos prejuízos causados a acionistas pelas roubalheiras e manipulações com a empresa. A Lava Jato só conseguiu recuperar R$ 2,5 bilhões da roubalheira do PT. Isso parece ter sido esquecido por todos. A única coisa importante é a velha briga de casal entre Bolsonaro e a ex-mulher. Tenham a santa paciência.

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