Polêmica cabeluda à vista. Com a decisão do TSE, que deve inviabilizar de vez a candidatura de Lula, o posto de candidato a presidente do PT será ocupado por Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, ex-ministro da Educação de Lula, cujo único feito notável foi a criação do chamado “Kit Gay”. Um material didático que deveria combater a homofobia, mas que a acabou se tornando uma peça de propaganda para supostamente estimular comportamentos homossexuais. O PT está dividido com relação a como tratar desse tema polêmico durante a campanha eleitoral.

O tema homofobia, por seu potencial explosivo, e por ser abordado pelo candidato Jair Bolsonaro, vem sendo tratado com cuidado na campanha de Fernando Haddad. A militância gay do partido, contudo, está indócil. Querem um confronto direto com Bolsonaro sobre o tema e exigem a incorporação de propostas de combate à discriminação sexual na plataforma de governo de Haddad. Vão exigir a volta do “Kit Gay”, caso o candidato seja eleito presidente.

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