As prioridadades da política brasileiras podem ser vistas a distância, quando é hora de passar aumento para o funcionalismo público ou para as massas de manobra nosso governo de esquerda (não deixou de ser esquerda com o impeachment, afinal quem escolheu o Temer não foi à direita) não conhece crise. Temer fez a algumas semanas acórdão com o supremo para dar aumento milionário para os ministros do Supremo Tribunal Federal, e por consequência, gerar um aumento bilionário por cascata para todo o funcionalismo público (poís o salário dos prolíficos ministros é o teto dos três s poderes). É o velho esquema da política nacional, nossos funcionários públicos, que de nossos e de funcionários não tem nada, precisam ser muito bem satisfeitos.

 Mas como não so de aristocracia se mantem um governo, Temer tratou de logo garantir o quinhão da massa de manobra, afinal esses tem que ter algum grau de simpatia para participar dos protestos pelegos, mesmo pagando o extra de 10 reais e um pão com mortadela por aparição. O aumento para o Bolsa Família, também conhecido como compra de votos institucionalizada foi de 3 bilhões e 500 milhões de reais, fazendo o programa atingir um gasto total de 30 bilhões por ano. O aumento foi encaminhado para o congresso como parte da lei orçamentária de 2019. Quando se trata de atender o projeto de poder a esquerda brasileira não conhece crise.

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