Em audiência no plenário da Câmara, o ministro Abraham Weintraub disse que “o atual governo, que tem quatro meses, não é responsável pela situação” da educação. “Precisamos analisar o que foi feito, como foi feito, para corrigir o rumo. Sem revolução, sem briga, sem intolerância”, disse. Segundo ele, “autonomia universitária não é soberania”. “As universidades têm que respeitar as leis e, se preciso, a polícia precisa entrar sim na universidade.”

Na mesma linha, o movimento cívico Mais Brasil eu Acredito, defende o direito da sociedade questionar suas universidades públicas. “Elas custam extremamente caro para o cidadão e não admitem questionamentos, não se abrem para revelar o que realmente realizam, quais pesquisas fazem e onde aplicam os recursos do contribuinte”, diz Rafaela Pilagallo, do Mais Brasil. “Assistimos uma grita ensurdecedora quando o governo fala em contingenciar parte dos gastos discricionários. Não se fala em mais transparência em mostrar o que efetivamente se faz em termos de pesquisa nas universidades”, questiona Rafaela.

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