Em segundo lugar nas pesquisas nos cenários sem o ex-presidente Lula (PT), a ex-senadora Marina Silva (Rede) tentou, nesta quarta (29), diminuir a resistência ao seu nome em um dos principais setores da economia brasileira: o agronegócio.

“Sei que os senhores têm muitas dúvidas em relação à minha pessoa, mas não precisam ter medo de mim”, disse a candidata da Rede, durante a participação em um evento da Confederação Nacional da Agricultura (CNA).

O histórico conturbado de Marina com os produtores rurais decorre de sua trajetória de militância ambiental desde a juventude, quando combatia o desmatamento na Amazônia. A situação se agravou quando a candidata da Rede comandou o Ministério do Meio Ambiente durante o governo Lula e foi ferrenha defensora das garantias ambientais para produção agrícola. Atrapalhou muito o agronegócio com seu fanatismo ambientalista.

Para enganar o agronegócio agora tenta posar de moderada. Adotando um discurso moderado, a ex-senadora afirmou que “é possível combinar desenvolvimento com preservação da natureza”. “Quando a gente usa a terra de forma inteligente, liberamos mais área para outro uso”, disse. “O problema é que existe grande desigualdade entre os produtores, o conhecimento ainda não é disponível a todos. Precisamos ajudar produtores que não têm acesso à tecnologia a ter.”

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