Eleito em último lugar, entre os candidatos a deputados federais eleitos pelo Rio de Janeiro, com míseros 24 mil votos (sinais, fortes sinais), Jean Wyllys não perdeu a arrogância. Além de afirmar em um vídeo em que pretendia agradecer a (pífia) votação que recebeu, insistiu que a prisão de Lula é uma injustiça e um ato fascista. Ele também ameaçou cuspir novamente em Jair Bolsonaro.

Durante a votação do impeachment, em 2016, Wyllys realmente cuspiu em direção ao capitão. Logo depois disparou em desabalada carreira. Que continue ameaçando repetir esse fiasco contra um homem que, tudo indica, será o presidente de todos os brasileiros, dá bem a medida do tipo de gente que é. Para profunda decepção de muita gente, Jean Wyllys desmentiu a notícia que correu na internet dando conta que ele deixaria o país na hipótese, hoje muito provável, de Bolsonaro se eleger presidente.

A agressividade enlouquecida de Wyllys não é uma atitude solitária em seu partido. Adélio Bispo, o homem que tentou assassinar Bolsonaro com uma facada, também havia sido militante do PSOL.

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