A senadora paranaense Gleisi Helena Hoffmann, presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), que consta nas planilhas de propinas das empreiteiras do Petrolão sob o sugestivo codinome “Amante” e recebia dinheiro sujo “no fio do bigode”, segundo revelação do delator Pedro Corrêa (ex-PP), não padece do mais remoto senso de ridículo.

Na conta que mantém no Twitter, Gleisi Helena escreveu o seguinte: “Como é que a gente explica pro mundo, @meireles que o povo brasileiro voltou a ter fome com as políticas de seu governo ao lado de Temer?”.

A senadora petista parece sugerir que os governos petistas (Lula e Dilma) teriam erradicado a fome no Brasil. Ignorando desastrosas políticas adotadas pelo petista, em especial na era de Dilma Rousseff, Gleisi finge esquecer que o desastre econômico patrocinado pelos “companheiros” produziu 13 milhões de desempregados, contingente que era maior até recentemente.

 

A senadora também esquece que os governos do PT produziram uma safra inédita de corrupção que desviou bilhões de reais em dinheiro público. O melhor exemplo dessa investida criminosa por parte da “companheirada” é o Petrolão, maior e mais ousado esquema de corrupção da história da Humanidade.

Abusando da memória seletiva que faz sucesso nas hostes petistas, Gleisi Helena esquece tudo o que não é conveniente e finge acreditar que a crise brasileira começou com a queda de Dilma Vana Rousseff. Aliás, a memória de conveniência confere a Gleisi Hoffmann desfaçatez em quantidade suficiente para não mais recordar o escândalo do pedófilo da Casa Civil.

O petista Eduardo Gaievksi, protegido por Gleisi e condenado a mais de um século de prisão por ter abusado sexualmente de jovens vulneráveis (menores de 14 anos), foi nomeado ao cargo de assessor especial da Casa Civil e incumbido de cuidar dos programas do governo federal destinados a crianças e adolescentes. Tudo no melhor estilo “raposa tomando conta do galinheiro”. (Ucho)

 

 

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