A senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR), presidente do Partido dos Trabalhadores, parece viver um constante inferno astral, fruto de sua ousadia descontrolada como política e das inúmeras bizarrices discursivas que usa para defender o banditismo político adotado pela legenda desde 2003.

A petista e o marido, o ex-ministro Paulo Bernardo da Silva (Planejamento e Comunicações), foram vaiados no domingo (15) por um grupo de brasileiros durante visita ao Museu Hermitage, na cidade russa de São Petersburgo.

A situação foi constrangedora para o casal acusado de corrupção, sendo que Gleisi Helena não deixou escapar sua insatisfação pelo ocorrido, como mostra a imagem registrada por turistas brasileiros que visitavam o museu russo. Um dos maiores museus do planeta, o Hermitage é considerado uma das grandes atrações de arte e cultura da cidade.

 Denunciada por sete delatores do Petrolão, a senadora paranaense é investigada em três operações da Polícia Federal e é ré por corrupção em ação penal que tramita no STF. Paulo Bernardo, por outro lado, além de ser apontado como arrecadador das propinas para Gleisi, é acusado de comandar uma quadrilha que subtraiu mais R$ 100 milhões servidores federais e aposentados que recorreram a empréstimos consignados através do sistema Consist.

Paulo Bernardo, que desde a saída do governo Dilma vem desempenhando o papel de “primeiro-marido”, viveu momentos de constrangimento diante da notícia de que Gleisi Helena aparece na lista de propinas das empreiteiras do Petrolão sob o sugestivo codinome “Amante”. Preso dia 23 de junho de 2016, na Operação Custo Brasil, Paulo Bernardo foi libertado uma semana depois, por decisão do ministro do STF Dias Toffoli.

Gleisi Helena, que pode ser condenada em breve, ainda deve aos brasileiros de bem uma explicação minimamente convincente para a sua decisão de guindar ao cargo de assessor especial da Casa Civil um pedófilo condenado a mais de cem anos de prisão. O também petista Eduardo Gaievski, que estuprou meninas paranaenses menores de 14 anos, foi incumbido pela então ministra Gleisi de coordenar os programas federais destinados a crianças e adolescentes. Tudo no melhor estilo “urso e o pote de mel”. (Ucho)

 

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