O ministro Celso de Mello homologou a delação que o ex-publicitário Marcos Valério firmou com a Polícia Federal e a Polícia Civil de Minas Gerais.

O decano determinou que a PF inicie a investigação dos fatos narrados pelo operador do mensalão.

Valério entregou 60 anexos e narrou “inúmeras práticas criminosas perpetradas por organizações infiltradas nos cenários políticos”, envolvendo autoridades com foro privilegiado – especialmente parlamentares em atividade.

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