Preso em Campo Grande, Adélio Bispo, o homem que esfaqueou o presidenciável do PSL, não esquece sua vítima. Ele pergunta como estão as pesquisas presidenciais a todos com quem tem contato e não esconde o abatimento ao saber que o capitão ainda lidera. Dentro da cadeia, Adélio, militante de esquerda, passou a alimentar uma ideia fixa. Acredita que, ao tentar matar o capitão ele acabou ajudando a eleger o inimigo.

Já Guilherme Boulos, aliado preferencial de Haddad, cotado para ser ministro em um governo do PT, disse que tem muito orgulho de pertencer ao Psol, partido ao qual Adélio Bispo de Oliveira foi filiado por sete anos.

O Psol que financiou black blocs e que administrava o Museu Nacional.

Só motivo de orgulho.

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