O candidato do PT à presidência, Fernando Haddad, ensaiou neste sábado uma autocrítica pelas roubalheiras do PT. Disse que faltaram mecanismos de controle nas estatais para que se evitasse a corrupção durante os governos petistas e defendeu que os culpados sejam presos. Sua tentativa de reconhecer erros muito seria mais convincente se ele não venerasse Lula, preso por corrupção e lavagem de dinheiro, a quem visitou, na cadeia 16 vezes durante esta campanha. Uma demonstração de submissão repugnante a um corrupto condenado.

“Faltou controle interno nas estatais, isso é claro, diretores ficaram soltos para promover a corrupção e se enriquecer pessoalmente”, disse Haddad a jornalistas em São Paulo, quando questionado sobre a seguida cobrança por autocrítica sobre os problemas dos governos do PT. Haddad afirmou também que tem feito seguidamente autocríticas, mas que é importante também mostrar caminhos para que os erros cometidos não se repitam. Perguntado sobre enriquecimento de dirigentes partidários, simulou ser ainda mais duro: “Aí é pior, se algum dirigente cometeu erro, garantido o amplo direito de defesa, se concluir que enriqueceu tem que ir para a cadeia”, disse. Não citou, o caso de Lula, condenado por receber um tríplex de propina e investigado por receber um sítio de empreiteira. O ex-presidente e guru de Haddad, também recebeu milhões de supostas palestras a empreiteiras que tiveram negócios muito lucrativos com o governo petista.

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