Acostumado a ameaçar o mundo, invadir propriedades urbanas e cometer todo tipo de ilícito, sempre com a cobertura favorável, ou leniente, do poder público, Guilherme Boulos, ex-candidato do PSOL a presidente, líder supremo do MTST, está preocupado. O ‘povo sem medo está com medo’, isso é bom.

Boulos revelou essa preocupação em meio a urros desafiadores em artigo na (onde mais?) Folha de S. Paulo. A preocupação desse ativista com hábitos e modos trogloditas é um bom sinal para o Brasil. Sinal de que os tempos em que desordeiros profissionais são protegidos e financiados pelo estado pode estar prestes a acabar. Alguns trechos do artigo de Boulos:

“[Bolsonaro] Citou-me nominalmente por ter, segundo ele, “ameaçado invadir” sua casa. Não é verdade. Valeu-se de uma ironia que fiz em uma manifestação e que todos que lá estavam ou assistiram assim notaram. Bolsonaro sabe disso, mas preferiu usar o caso para legitimar seu discurso de intolerância”.

Está preocupado com a qualificação dos ditos ‘movimentos sociais’ como terroristas. Como se poderia classificar hordas como o MST, que invadem, destroem, roubam, agridem propriedades produtivas?
Condenou “tentativa apressada de votar em comissões do Senado e da Câmara os projetos que criminalizam movimentos sociais como “terroristas” e o chamado Escola Sem Partido, instituindo uma patrulha de censura aos professores em escolas e universidades”.

Boulos está preocupado especialmente com o enquadramento legal de organizações criminosas como a que ele comanda. “Os ataques a movimentos sociais têm tomado como alvos principais o MTST e o MST. Parecem desconhecer o fato de que estes não existem por vontades de lideranças, mas pela histórica negação dos direitos à moradia e à terra. Temos uma das estruturas agrárias mais concentradas do mundo e mais de 6 milhões de famílias sem acesso a moradia digna”.

Em outro trecho revela uma peculiar visão do direito a propriedade:

“Além disso, é uma invenção absurda que o MTST “invade a casa das pessoas”. Há, sim, uma enorme quantidade de imóveis abandonados, grilados ou com dívidas impagáveis, que descumprem tanto a Constituição quanto o Estatuto das Cidades e que só não foram desapropriados para habitação social porque a lei frequentemente falha quando se trata de enfrentar grandes interesses econômicos.”

Essas organizações, como MTST e MST, não tem por objetivo resolver o problema social de ninguém. Agem como suporte para uma agenda ideológica esquerdista. Recebem financiamento disfarçado do estado. Se Bolsonaro acabar com essas aberrações ou fizer com enfrentem os rigores da lei, terá justificado seu mandato.

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