Não há nada tão ruim que não possa ser piorado. Quando foi ministro da Educação, Fernando Haddad (hoje candidato a Presidência pelo PT, com uma vice do Partido Comunista do Brasil,  Manoela D’Ávila, musa LGBT), no lugar de Lula, criou o que o candidato Jair Bolsonaro chamou de “kit gay”. Um pacote destinado a provocar a aceitação, alguns dizem ‘conversão’ de crianças ao homoerotismo. Entre eles um filme (veja o link abaixo) que dizia que uma criança bisexual teria o dobro de chances de encontrar parceiros eróticos.

Pois Haddad fez escola. Acaba de reabrir, no Rio de Janeiro, o “Queermuseu” com a mesma exposição que provocou escândalo e intervenção do Ministério Público no ano passado, em Porto Alegre. Agora se desrespeita a classificação indicativa, aquela, determinada pelo MP, que determinava que essa exposição com bestialismo (sexo com animais), ofensas a religião (Cristo gay) entre outros deveria ser vedada a crianças.

Uma amostra do que foi produzido pelo Ministério da Educação na gestão Haddad é o filme abaixo. Confira:

https://www.youtube.com/watch?time_continue=15&v=SJsGN69NGug

 

 

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