O candidato a vice do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Haddad, e virtual candidato a presidente do PT, é também o homem da ideologia de gênero. Fo prefeito de São Paulo (2013-2016) onde tentou emplacar uma reforma educacional que impunha o ensino da “ideologia de gênero”.
Trata-se de uma aberração que propõe, entre outros absurdos que a criança discuta sua sexualidade e “decida” se “quer ser menina ou menina”, desconsiderando qualquer tipo de imperativo biológico.
Haddad foi derrotado no primeiro turno quando tentou se reeleger prefeito de São Paulo. Se for eleito presidente como “poste de Lula”, terá quatro anos para tentar, de novo, impor ao país a ideologia de gênero.
Segundo comentou, na época, o procurador da República, Guilherme Schelb, a proposta da inclusão da ideologia de gênero nas escolas não é apenas inconstitucional, mas também esconde uma estratégia extremamente ardilosa por parte de partidos comunistas.
“O que eles querem é exatamente esta ruptura entre o sexo biológico das crianças e o seu comportamento sexual. Isto faz parte, não somente do Partido dos Trabalhadores, mas também de uma lógica marxista socialista cultural”, disse.

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