Em seu discurso, quando foi confirmado no segundo turno, Fernando Haddad bateu na tecla de que a democracia corre risco com Jair Bolsonaro –que teve quase 50% dos votos no primeiro turno– no poder…

“Os democratas do país precisam se unir”, declarou o ex-prefeito. “É uma eleição incomum, tem muita coisa em jogo. Vamos pra rua com argumentos, nós não usamos armas.”

A “arma” de Haddad é a consulta constante ao presidiário de Curitiba. (O Antagonista)

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