O presidente da França, Emmanuel Macron, com aquela pinta de anão de jardim prepotente, teve de se render ao movimento dos ‘coletes amarelos’ que produziram uma onda violenta de protestos no país contra um aumento de impostos para onerar motoristas de carros movidos a derivados de petróleo.

Macron, que deveria ganhar a alcunha de ‘Micron’ depois dessa, gosta de ditar regras para os outros. Tentou enquadrar os Estados Unidos, e ameaçou o Brasil caso Bolsonaro cumpra sua promessa de não sediar a reunião do Acordo de Paris, foi completamente dominado pelos protestos franceses.

O  governo da França decidiu hoje abandonar –e não mais suspender por seis meses– o imposto sobre combustível que planejava implantar, para tentar conter os protestos dos “coletes amarelos”.

O premiê francês, Édouard Philippe, comunicou aos parlamentares a decisão de Emmanuel Macron de retirar a previsão de aumento do Orçamento de 2019, com o objetivo de “dialogar” com os manifestantes.

Philippe não deixou claro se o reajuste poderia ser adicionado, eventualmente, em uma emenda ao orçamento durante o ano que vem, registra o Estadão.

Estima-se que o governo francês deixará de arrecadar R$ 8,7 bilhões com a concessão. E não há garantia de que os “coletes amarelos” suspendam seus violentos protestos, que já causaram prejuízos milionários em Paris.

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