O general Mourão foi acusado de ter torturado um cantor petista em 1969. O detalhe é que Mourão, na época, era um adolescente de 16 anos e cursava o Colégio Militar em Porto Alegre. Isso não impediu que a campanha de Fernando Haddad, do PT, usasse e continue a usar essa mentira nas redes sociais e até na propaganda oficial no rádio e na televisão.

Em 10 de outubro passado uma jovem de 19 anos denunciou, em Porto Alegre, que um grupo de neonazistas usando camisetas de Bolsonaro a apanharam à força e desenharam em suas costas uma suástica com um canivete. Também lhe aplicaram chutes e socos. Tudo porque usava na bolsa um adesivo LGBT e um botton escrito #EleNão. Hoje, um laudo da Polícia revelou que a suástica foi auto infligida. OU seja, a jovem desenhou nas costas uma suástica com o auxílio de um canivete. Usou um espelho para produzir o desenho e acabou fazendo uma suástica invertida. Os cortes foram muito superficiais e cuidadosos para não produzir qualquer tipo de dano. A forma absolutamente reta com que aparecem indicam que a suposta “vítima” não esboçou qualquer espécie de reação.

Apesar de a história ser estranha, desde o início (nenhuma câmera de segurança na região do suposto ataque registrou nada), o caso foi tratado como uma “agressão política” e usada fartamente como prova da “truculência fascista” dos eleitores de Bolsonaro. O episódio foi utilizado fartamente nas propaganda do PT.

Apesar de tudo, quem foi acusado de manter uma indústria de “fake News”, uma verdadeira “organização criminosa”, nas palavras involuntariamente cômicas de Gleisi Hoffmann e Fernando Haddad, que tem seu líder na cadeia justamente por chefiar uma organização criminosa de verdade, foi Jair Bolsonaro. É hora de o Brasil pensar direito, fazer um balanço da situação e concluir quem, de fato, ameaça a democracia e possui uma autêntica fábrica de mentiras.

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