Apoiadora e integrante do governo que provocou o maior desastre econômico e ético da história do Brasil, ela própria ré por corrupção no STF, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) não se dá por achada.

Gleisi protestou em Plenário contra os planos do governo para contingenciar recursos, suspender desonerações fiscais e buscar novas receitas para assim “compensar o rombo” do Orçamento da União.Em sua avaliação, a proposta de uso de receitas extraordinárias é a mesma que, em outra circunstância, levou ao impeachment a ex-presidente Dilma Rousseff. Gleisi também atacou a proposta de aumento de tributos: segundo a senadora, os impostos mais altos onerarão a população mais pobre.

A senadora criticou o que chamou de “criminalização da política fiscal”, sublinhando que, no tempo de Dilma, as propostas de cortes eram menores e teriam levado ao equilíbrio orçamentário no tempo certo. Para Gleisi, o governo tenta cumprir uma meta fiscal que já é negativa porque a equipe econômica não tem condições de avaliar a situação das contas.

— Nós temos que fazer uma resistência firme e forte aqui no Senado da República, no Congresso Nacional, com muito povo na rua. Esse governo não dá conta, não dá conta de administrar o Brasil. Totalmente perdido, e não tem um projeto nacional.

Sempre sem noção, Gleisi esteve hoje em Curitiba, onde atacou a reforma da Previdência. Esqueceu de dizer que a reforma tem que ser drástica porque o PT e o governo a que ela própria pertenceu empurrou a questão previdenciária com a barriga.

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