Raul Jungmann, ministro da Defesa de Temer, rebateu as críticas de Jair Bolsonaro sobre a investigação que a PF faz do atentado sofrido por ele em Juiz de Fora no início do mês, relata O Globo.

“A Polícia Federal vem enfrentando, ao longo do tempo, muitas críticas por estar combatendo a corrupção, por ter enfrentado poderosos no país inteiro”, disse o ministro da Segurança Pública, a quem a PF é subordinada.

Apesar das declarações do ministro de Temer, as suspeitas sobre o ataque a Bolsonaro se avolumam. O homem era um desempregado que viajava pelo país. Preso, teve ao seu dispor os mais caros advogados. Tinha vários celulares, cartão de crédito internacional. Para um simples maluco demonstrou uma perícia homicida no uso da faca.

O cirurgião Antonio Luiz Macedo, chefe da equipe médica que acompanha Jair Bolsonaro no hospital Albert Einstein, disse ao Globo que o presidenciável do PSL deixará o local em “ótimas condições”, mas caberá a ele decidir sua agenda de campanha.

“Logo ele se recupera, e ele mesmo decide o que ele vai fazer. Depende apenas se ele estiver se sentindo bem. Veja bem, foi uma tentativa de assassinato. Não foi uma facada de um louco, foi uma facada de um assassino. O cara [Adélio Bispo de Oliveira] girou a faca dentro dele.”

O médico acrescentou que a viagem de Bolsonaro de São Paulo para sua casa no Rio de Janeiro poderá ser feita sem problemas.

 

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