Quando a algumas semanas o DEM, antiga ARENA partido pro-militar brasileiro, que é supostamente de ‘direita’ estava flertando com Ciro Gomes e com eleitorado petista para fechar uma aliança a conclusão da falta de comprometimento ideológico no país ficou clara. A ocorrência, porém não chegou a surpreender, sujeira na política de tão prevalente já se tornou invisível. Enquanto a vasta maioria da população sabe que partido no Brasil não tem ideologia, a não ser que seja marxista, e vende as aparências a peso de cargo comissionado, muitos ainda se enganam em relação a mídia. A própria esquerda espalha mitos de um ‘poderoso’ aparato midiático de direita, liderado pela globo… risadas. A mesma globo que ao longo dos últimos anos deu ao deputado Randolfe Rodrigues (REDE), figura marxistóide insignificante que representa uma parcela ínfima da população, dez vezes mais tempo de exposição (nos jornais de emissora) que Jair Bolsonaro voz de milhões de brasileiros. A maior culpada de espalhar o repertório ‘direitista’ seria a Veja, revista que mesmo aqueles que não comem no pasto marxista costumavam acreditar que representava a direita na mídia brasileira. Porém com a candidatura de Jair Bolsonaro, e com o seu desempenho espetacular nas pesquisa, apesar dos constantes ataques da mídia, a ‘nossa representante da direita’ entrou em desespero. Em matéria publicada hoje a Veja escreve: “A ameaça é real: Bolsonaro cresce no voto espontâneo, e surge um desafio: como lidar com um candidato que é um retrocesso no social”. Retrocesso social? O que fazer com um país onde a mídia de ‘direita’ publica jargões marxista?

Veja a matéria da revista clicando aqui.

 

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One Response to Não existe mídia de direita no Brasil: Veja chama Bolsonaro de “retrocesso social”

  1. Toda mídia significativa do Brasil, sem exceção, é uma extensão da esquerda, não restou um único órgão tradicional de direita e só alguns de centro, ainda assim pendulares.
    Com a nova condição política e econômica brasileira estão surgindo, ainda de maneira insipiente e vacilante, órgão com tendências a direita, contudo, têm perdido a mão e, quase sempre, assustado o leitor ou a audiência pelo radicalismo ou cegueira.