O Globo, em editorial, cita o Mapa da Mina de Lulinha para defender medidas permanentes contra os corruptos, como a prisão em segundo grau:

“Tudo está provado, penas começaram a ser cumpridas, e bilhões saqueados já foram restituídos à estatal. Há tempos está superada a questão sobre se houve ou não corrupção no lulopetismo.

A Lava Jato, em seus mais de cinco anos de existência, puxa agora um fio que pode levar à origem do dinheiro como qual Fernando Bittar, Kalil Bittar e Jonas Suassuna compraram o sítio que ficou em usufruto do ex-presidente e família.

Estão mapeadas transferências generosas de dinheiro da Telemar/Oi, sem razão plausível, para empresas do grupo de amigos, incluindo Lulinha. O final do percurso do dinheiro suspeito saído da ‘Supertele’ — outro delírio petista e que terminou em corrupção e falência —seria o sítio.

Esta nova operação da Lava Jato, neste momento, reforça a necessidade de o combate à corrupção ser perene, constituir uma ação institucional de Estado.”

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