Ricardo Veléz Rodriguez joga pesado quando se trata de enfrentar o lixo marxista com que o PT e seus aliados infestaram as escolas e universidades brasileiras.  No texto, intitulado “Um roteiro para o MEC”, afirmou que os brasileiros se tornaram “reféns” de um sistema de ensino “alheio” à vida das pessoas e “afinado” com uma tentativa de impor a “doutrinação de índole cietificista e esquistada na ideologia marxista”.

Rodriguez escreveu, também, que essa “ideologia” tenta ensinar questões de gênero, a “dialética do ‘nós contra eles'” e a “reescrita” da história.

“[A ideologia é] destinada a desmontar os valores tradicionais da nossa sociedade, no que tange à preservação da vida, da família, da religião, da cidadania, em soma, do patriotismo”, publicou.

Em um outro artigo, publicado no jornal “O Estado de S. Paulo” em agosto, o futuro ministro escreveu que o “ciclo Lulopetista” no governo federal “praticamente desmontou” as instituições republicanas.

No Facebook, escreveu em novembro ser preciso, “em primeiro lugar”, “limpar todo o entulho marxista que tomou conta das propostas” dos funcionários do MEC.

Entre os livros que Rodriguez escreveu estão “A Grande Mentira. Lula e o Patrimonialismo Petista” (2015); “Da guerra à pacificação: a escolha colombiana” (2010); “Estado, cultura y sociedad en la América Latina” (2010); “Patrimonialismo e a realidade latino-americana” (2006).

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