O constrangedor desempenho de Fernando Haddad – candidato do PT a presidente no lugar de Lula, preso por corrupção – mostra que o PT não tem nada melhor a oferecer além de um político vacilante, gaguejante e subserviente ao presidiário.

Quando conseguia gaguejar o que pensa, Haddad esqueceu a corrupção, a maior da história do planeta, a incompetência, que destruiu a economia e legou 14 milhões de desempregados. Tudo o que deu errado nos governos do PT seria culpa da oposição. Muito cômodo.

Com seu desempenho, Haddad (que se elegeu prefeito de São Paulo com o apoio de Lula e, quando tentou se reeleger perdeu no primeiro turno, derrotado inclusive pelos votos brancos e nulos), fez surgir a suspeita de que Dilma não era o pior que o PT pode oferecer ao país.

Em matéria de desempenho negativo, de ruindade, Haddad, que foi ministro da Educação, quando criou o ‘kit gay’ talvez siga o enunciado de Dilma:  “Não vamos colocar uma meta, deixaremos em aberto e, quando atingirmos ela, nós dobraremos a meta”.

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