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O Presidente, Barack Obama, é o responsável por um dos piores governos da história recente dos EUA, especialmente quando o assunto é política exterior: a quantidade de fiascos que o líder americano traz nas costa é tão vasta que rivaliza com os de Lula. O apoio dos rebeldes na ‘Primavera’ Árabe, os quais se revelaram posteriormente como fundamentalistas islâmicos, o bombardeio da Líbia que além de causar milhares de mortes causou a queda Gaddafi e a instalação de um governo ainda mais sanguinário, resultando inclusive na morte do embaixador americano no incidente no Benghazi; o apoio concedido a rebeldes Sírios, que se revelaram posteriormente como membros do Estado Islâmico e é claro o abandono do Iraque a própria sorte que causou um vácuo de poder ao qual os extremistas logo se prontificaram a ocupar. O mais novo fiasco está em curso nesse momento com Obama realizando uma visita ‘social’, vendo uma série de pontos turísticos, no conhecido ‘paraíso’ comunista.

A ideia nefasta de Obama é a de reaproximar os EUA e Cuba, deixando assim um legado ‘positivo’ para sua catastrófica administração, e se no processo ele financiar uma ditadura comunista brutal, é só pôr a culpa no Bush, para quem já desestabilizou todo Oriente Médio uma ilha no caribe é passeio. Além de ser estrategicamente repreensível a reaproximação representa uma humilhação semelhante a sofrida nas negociações com o Iran, outra ‘fantástica’ obra Obamesca. A reaproximação com o governo americano representa a entrada de bilhões de dólares na econômica Cubana, para Cuba é um negócio da China, para o EUA é economicamente irrelevante. Com a queda da URSS e o enfraquecimento dos governos bolivarianos na América do Sul Cuba está falida e sem potenciais salvadores no horizonte. É a oportunidade perfeita para um presidente americano forte fazer uma negociação vantajosa, de forma a derrubar ou pelo menos comprometer o regime dos Castro, porém Obama definitivamente não é esse presidente.

Para consolidar a humilhação americana, os Castro receberam antes de Obama outra figura igualmente ‘ilustre’: o presidente venezuelano Nicolás Maduro. Uma forma de relembrar ao mundo de que lado está Cuba. Se não estivesse a beira de ir para cadeia é bem provável que Lula atendesse Fidel e Maduro fazendo mais uma de suas famosas 1001 viagens pelo mundo e sempre pagas com dinheiro público ou desinteressadas empreiteiras , os três poderiam rememorar seus grandes negócios juntos: o Porto de Mariel construído pela Odebrecht e financiado em 682 milhões de dólares (cerca de 2.5 bilhões de reais), o Programa Pais Médicos no qual de cada 10 000 reais pagos aos médicos, escravos, 9 000 iam direto para financiar a ditadura em Cuba além dos outros incontáveis pixulecos certamente negociados para ajudar os companheiros cubanos.   

 

 

 

 

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