O Estadão noticia que um despacho sigiloso do ministro Edson Fachin, do STF, aponta que Antonio Palocci relatou em seu acordo de delação premiada à PF “pagamentos indevidos” da Ambev a Lula, a Dilma Rousseff e a ele próprio.

Segundo o despacho de Fachin, ao qual o jornal teve acesso, o interesse da companhia era impedir o aumento de imposto (PIS/Cofins) sobre bebidas alcoólicas.

O despacho não traz datas nem valores supostamente desembolsados pela Ambev.

Os detalhes da delação de Palocci estão em documentos mantidos sob sigilo. Fachin determinou a remessa de 11 desses anexos à Justiça Federal de São Paulo. As acusações do ex-ministro petista estão sob análise da força-tarefa da Lava Jato em São Paulo.

A Procuradoria da República de São Paulo pediu que os casos relatados por Palocci fiquem concentrados na 6ª Vara Federal Criminal. “Numa avaliação inicial, o MPF entende que todos os casos incluem lavagem de dinheiro”, informou a força-tarefa da Lava Jato ao Estadão. (O Antagonista)

Compartilhe:
  •  
  •  
  •  
  •  

Sorry, comments are closed for this post.