Pesquisas internas encomendadas pelo PT davam que, no final da noite de sábado, Jair Bolsonaro estava dois pontos percentuais à frente de Fernando Haddad.

Isso só reforça a tese de que levantamentos internos, que não são divulgados, só servem para acalentar a esperança de quem gastou dinheiro para contratá-los.

 

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