phelps

Ainda não foi desta vez que o Brasil conquistou sua primeira medalha na natação do Rio 2016. Thiago Pereira até liderou e bem que tentou até o final, mas acabou cansando muito e ficando com o sétimo lugar, bem fora do pódio dos 200m medley.

Nem por isso, porém, a prova deixou de ser histórica. Muito pelo contrário. Afinal de contas, Michael Phelps estava na piscina. O fenômeno norte-americano deu mais um show no Rio de Janeiro e levou o ouro, o 22º de sua história olímpica. Mais que isso, deixou para trás uma marca que já durava nada menos que 2168 anos e vinha ainda da era antiga da Olimpíada.

O japonês Kosuke Hagino ficou com a prata, e o chinês Shin Wang levou o bronze, completando o pódio.

Com a conquista desta quinta, Phelps se tornou o primeiro homem da história a levar 13 medalhas de ouro em provas individuais da Olimpíada (as outras nove vieram em revezamentos). Assim, ele deixou para trás Leônidas de Rodes como o maior campeão olímpico da história competindo sozinho.

Entre 164 e 152 Antes de Cristo, Leônidas conquistou 12 vitórias olímpicas diferentes. Ele foi tetracampeão na corrida do estádio, no diaulo (uma corrida de duas voltas no estádio) e no hoplitódromo (uma espécie de corrida com armadura e escudo). Considerado um herói da época, ele era dado pelo próprio site da Olimpíada como o maior campeão individual da história.

Até aparecer Michael Phelps, é claro.

Só no Rio de Janeiro, o fenômeno norte-americano já conquistou o seu quarto ouro – já havia ganhado os 200m borboleta, o 4×100 e o 4x200m livre. Agora, são 26 medalhas na história (ele ainda tem duas pratas e dois bronzes). Ele já é recordista em número de pódios, em número de ouros e também em número de medalhas douradas em uma só edição dos Jogos – foram oito em Pequim, em 2008.

 

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