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Já faz algum tempo que o vice-presidente Temer, aspirante a Drácula, vem tentando reunir apoio para abandonar o governo do PT e se libertar do jugo do chefão Lula. Se especula que quando Temer percebeu a desgraça inevitável, o poço sem fim, ao qual a presidenta encaminhava o País, ele decidiu sabotar o governo na expectativa dele mesmo poder se tornar um dia o “chefão”.  O momento caracterizador dessa dinâmica foi quando Temer teve sua carta “vazada”, revelando convenientemente uma série de ataques contra o PT e sua governanta. Posteriormente Temer teve uma queda de braço com o deputado do PMDB e capanga petista Leonardo Picciani, pelo controle do partido. Recentemente na convenção do partido Temer aprovou proposta que impedia nomeação de membros do PMDB no governo petista, esse comando do partido foi descumprido hoje quando deputado Mauro Lopes foi  empossado na Secretaria de Aviação Civil, causando ainda mais tensão entre Temer e os petralhas. Parece, porém, que as históricas manifestações do dia 13 combinadas com as devastadoras gravações reveladas pelo juiz Sérgio Moro irão finalmente dar a Temer o impulso que ele precisa para consolidar o partido contra o governo. Mas se depender do povo, Temer jamais assumirá o lugar de Lula como chefão do crime desorganizado brasileiro.

O PMDB, agora que o governo petista afunda, vai tentar sair de fininho e fingir que não tem nada a ver com o peixe. Mas, não devemos esquecer que esse insalubre partido apoiou o governo petista durante os últimos 13 anos, apoio sem o qual a manutenção do regime lulopetista jamais seria possível.  Além disso o PMDB foi um dos partidos mais beneficiados no Petrolão e no Mensalão, o partido controlava diretorias na Petrobras para o financiamento de suas campanhas e recentes delações parecem indicar que Temer está diretamente ligado ao esquema. E mesmo que, por ventura, ele não esteja, uma coisa é certa: a eleição de Dilma, ao qual Temer era vice, foi financiada com dinheiro público desviado da Petrobras, portanto Temer deve seguir Dilma pela porta de saída do Planalto imediatamente.    

 

 

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