a-secretario-de-seguranca

Gazeta do Povo

O secretário de Estado da Segurança Pública e Administração Penitenciária do Paraná (Sesp), Wagner Mesquita, afirmou que órgãos policiais investigarão eventuais denúncias de violação de direitos de crianças e adolescentes que estão nas mais de 750 escolas ocupadas no Paraná. A afirmação foi feita em entrevista coletiva no fim da manhã de quarta-feira, na sede da pasta no Centro Cívico, onde ele receberia pais e alunos que queriam retorno das aulas, conforme divulgado pelo governo estadual.

Na reunião, no entanto, compareceram vários movimentos organizados, como o “Nas Ruas”, o “Movimento Popular de Fiscalização Política” e “Curitiba Contra Corrupção”. Eles afirmaram que representavam alunos e pais que foram ameaçados e que não compareceram por receio da exposição.

Na reunião, segundo a pasta, foram levadas denúncias de ameaças e uso de álcool e drogas nas escolas ocupadas. Não foi mencionado nenhum caso específico publicamente, mas o secretário prometeu investigá-las. A reunião foi fechada para a imprensa.

 

Compartilhe:
  •  
  •  
  •  
  •  

One Response to Polícia vai investigar uso de álcool e drogas em escolas invadidas no Paraná

  1. O estado não deve perder tempo com estes criminosos, tem coisa muito mais importante a fazer.
    A escola pertence a todos os alunos, o grupo de descontentes com a invasão é infinitamente superior ao dos baderneiros, os bons alunos estão sendo prejudicados e o prejuízo é para sempre, senhores pais, vão lá e tomem de volta o que é seu e de seus filhos.
    Recomendo ao estado que estude seriamente como fará para receber os novos alunos entrantes, sem que os concluintes de cada turma sejam promovidos, provavelmente com turmas maiores, neste primeiro ano, e voltando ao normal no próximo. Esta é a única maneira honesta de cumprir a lei, sem prejudicar o futuro da sociedade e dos alunos.
    Não cabe ao estado liberar as escolas, o problema é político e se os pais dos bons alunos se mantiverem acovardados, se resolverá automaticamente após as eleições ou na pior das hipóteses após o ENEN, quando o prejuízo dos alunos for irreversível, se a lei for seguida de maneira honesta.