O governo argentino, Maurício Macri, reagiu com cautela e considerou o que o processo eleitoral brasileiro vem correndo dentro da normalidade. Já o uruguaio, o esquerdista Tabaré Vázquez, por meio de seus principais líderes, atacou Bolsonaro.

Na noite de segunda-feira (8) foi a vez do presidente chileno, Sebastián Piñera, se pronunciar a favor do líder na corrida pela Presidência do Brasil.

Num evento em Madri, na Espanha, disse que ele “tem um bom plano para a economia” e que “os sinais que está dando no sentido de promover sua abertura, reduzir o déficit fiscal, o tamanho do setor público com privatizações são coisas que um país como o Brasil, que é um gigante, precisa.”

Acrescentou que Fernando Haddad lhe provoca “certa desconfiança porque ninguém o conhece direito, nem como pensa.” E considerou que o voto em Bolsonaro foi um voto de castigo. “Vi mais um voto contra os demais políticos do que a favor de Bolsonaro, e talvez por isso o clima seja de incerteza”.

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