Durante a entrevista na Globonews do economista de Marina, Eduardo Giannetti, uma das propostas de governo mais polêmicas dessa eleição foi levantada, a ideia de uma maior redistribuição de dinheiro do Sul e do Sudoeste para regiões mais pobres do Norte e Nordeste. Apesar de ao longo dos últimos governos a estratégia de redistribuição ter falhado miseravelmente em diminuir significativamente as desigualdades regionais, com estados do Sul chegando a receber 1 real para cada 50 enviados para Brasília, Giannetti quer acelerar o processo. Apesar de alarmante, na época, não era possível saber a opinião da própria Marina, já que a candidata evita tomar posicionamento. A confirmação, no entanto, chegou em um discurso da candidata, na qual a ex-petista disse que o “Nordeste não é problema, é solução” em sinalizando que a politica de maior investimento na região ao custo do bolsos sulistas realmente faz parte do seu programa.

Parte desse investimento, pretendido por Marina, se destinaria a região Norte, para atingir outros dos objetivos mais ambiciosos da candidata, o de prestar atendimento de Primeiro Mundo aos refugiados venezuelanos. Marina declarou que é necessário priorizar a população Venezuela que chega nas fronteiras do Brasil, no Twitter a candidata fez a seguinte declaração:

 “É preciso que se tenha uma ajuda humanitária para a população da Venezuela. O que está sendo feito não é o suficiente”.

 Para a candidata a envio de dezenas de médicos, suprimentos e até pagar passagens aéreas para atender exclusivamente estrangeiros em uma das regiões mais pobres do país, não é o “suficiente”. É impensável o que o desastroso populismo “humanitário”de Marina poderia fazer com um Brasil que ainda passa por uma interminável recessão, se as palavras da candidata servem de aviso, nem as regiões mais bem sucedidas do Brasil sobreviverão.

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