O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, disse nesta sexta-feira (28) que vai trabalhar para criar as condições de redigir uma nova Constituição, como previsto em seu plano de governo, caso seja eleito. Foi com mudanças na Constituição que Hugo Chávez, e depois Nicolás Maduro, assumiram o poder total e arruinaram completamente a Venezuela.

Em vista a Goiânia, o presidenciável confirmou que, em um eventual governo Haddad, será convocada uma Assembleia Constituinte Exclusiva. No entanto, ele não detalhou a proposta, que, segundo disse, sofreu alterações no texto. 

“Isso já foi mediado. Quando o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) passou a integrar a chapa, através da vice-presidente, Manuela D’Ávila, houve uma alteração no texto para criar as condições da convocação de uma assembleia exclusiva”.

O programa de governo da coligação, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), diz que o objetivo é construir “as condições de sustentação social para a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte, livre, democrática, soberana e unicameral, eleita para este fim nos moldes da reforma política que preconizamos”.

Haddad desconversou ao ser questionado sobre a possibilidade de fechar alianças com o MDB e de algum nome da sigla ocupar ministério, caso ele seja eleito. “Todos serão bem-vindos, desde que concordem com as ideias que estamos apresentando”, afirmou. “Antes de discutirmos nomes e partidos, temos que convocar o país para discutir os projetos”.

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