Dirigentes do PT se trancaram em seguidas reuniões secretas para tentar decifrar o fenômeno e, mais do que isso, garimpar um flanco na campanha do rival que possa levar a uma reversão do quadro na etapa final da disputa, rela a revista Época. Por enquanto, a conclusão é que o partido precisa mudar a pauta da eleição. Como? Ainda não está claro. Segundo os petistas, Lula dominou as discussões eleitorais até 6 de setembro, quando Bolsonaro foi esfaqueado em Juiz de Fora (MG). Desde então, só houve espaço para o capitão da reserva. Seja para o seu drama enquanto esteve no hospital, seja para suas declarações polêmicas em entrevistas.

A tropa de Bolsonaro nas redes sociais, principalmente no WhatsApp, deixou os petistas perplexos. “Nós fizemos uma campanha analógica, enquanto eles entraram totalmente na era digital. Eles têm um tecnologia que a gente não domina”, admite uma liderança da legenda.

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