Em manifestação ao STF, Raquel Dodge pediu que seja dado prazo para que Jair Bolsonaro, se quiser, explique sua fala sobre “fuzilar a petralhada” em um comício no Acre.

A PGR, porém, não identificou injúria na fala. Para ela, Bolsonaro não se referiu a pessoa específica, e “personificar ‘petralhada’ (…) configura elastecimento da responsabilidade penal por analogia ou por extensão, o que é absolutamente incompatível com o direito penal”.

Os petistas entraram no STF com representação criminal contra o deputado por causa da fala. O caso ainda será analisado por Ricardo Lewandowski.

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