Lula dispensou seu poste, Fernando Haddad, de ir semanalmente a Curitiba receber orientações e pedir sua bênção, registra a Folha –que chama Haddad de “herdeiro político” do presidiário. É mais uma tentativa do PT de aplicar um estelionato no eleitor, fingindo que não é Lula que vai mandar num eventual governo Haddad.

Para completar o estiolato, Lula também mandou o PT revisar pontos do programa de governo para tentar ampliar as alianças –retirando, por exemplo, a proposta de Assembleia Constituinte– e disse que Haddad precisa “ir para a rua fazer campanha”. A Constituinte é o caminho que o PT planeja usar para transformar o Brasil em uma Venezuela. Para lograr os trouxas que possam estar alarmados com as tendências autoritárias do PT vão fingir que abandonaram o projeto.

Vale tudo para tentar tirar os 17 pontos de diferença para Jair Bolsonaro. Até fingir que Haddad nem é tão Lula assim.

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