O candidato do PT, Fernando Haddad, procura mudar de imagem. Tirou o vermelho do PT da propaganda da campanha e colocou o verde e amarelo. Não cita mais Lula a quem visitou, na cadeia, por 16 vezes durante o 1º turno das eleições. Haddad só não pode mudar o conteúdo dos vídeos em que ele defende o ‘kit gay’ criado pela sua equipe e avisa que vai resistir as pressões da sociedade contra a propaganda de práticas homossexuais para crianças de 6 anos. A intransigência do ministro deve ser lembrada para o eleitor agora, quando Haddad tem 20 milhões de votos de desvantagem para Jair Bolsonaro e promete qualquer coisa para reverter esse quadro. Eles, na verdade, não mudam nunca.

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