Candidata ao Senado pelo PT de Minas Gerais, a ex-presidente Dilma Rousseff chamou o presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, de “coiso” e o presidente Michel Temer de “usurpador”. As afirmações foram feitas durante um evento em Belo Horizonte com lideranças de movimentos negros, nesta segunda-feira (24).

“Acho que é o momento mais delicado da vida política do Brasil. O ‘coiso’ é a barbárie, o ‘coiso’ é negar todos os direitos que nós conquistamos nas últimas décadas”, disse Dilma no ato “Por uma Minas Gerais sem Racismo”, que teve a participação de cerca de 100 pessoas.

A petista ainda voltaria a chamar Bolsonaro de “coiso”, após uma crítica ao governo de Michel Temer (chamado pela petista de “usurpador”), que afirmou nesta segunda-feira que pretende voltar a tentar colocar a reforma da Previdência em votação no Congresso. “Numa entrevista, o presidente usurpador disse que vai apresentar a reforma da Previdência novamente. Como se ele tivesse o menor espaço para fazer isso, a não ser que ‘o coiso’ seja eleito.”

A plateia então reagiu com gritos de “Ele não” e Dilma completou: “Grande manifestação de consciência de vocês”. A petista, porém, se recusou a tirar uma foto com um cartaz da campanha “Ele Não”, com uma imagem do candidato do PSL, que recebeu de uma eleitora que acompanhava o evento.

As críticas da candidata ao Senado atingiram também movimentos que ganharam repercussão durante o processo de impeachment, em 2016, chamados pela petista de “extrema direita”, como o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem pra Rua. Removida da Presidência por decisão do Senado em 2016, Dilma pode voltar à Casa para um mandato de oito anos. (Veja)

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